domingo, 6 de agosto de 2017

Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja)



 Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja)




As provas  do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), que voltará a oferecer certificação dos Ensinos Fundamental e Médio serão aplicadas no dia 22 de outubro. As inscrições serão realizadas das 10h do dia 07/08/2017 às 23h59min do dia 18/08/2017, horário oficial de Brasília
O Encceja é voluntário e gratuito
.
Podem se inscrever pessoas com, no mínimo, 15 anos de idade completos na data da realização das provas que desejam a certificação do ensino fundamental. Aqueles que queiram pleitear a certificação do ensino médio terão que ter, no mínimo, 18 anos completos no dia do exame. As provas serão aplicadas em um único dia, nos turnos matutino e vespertino. Cada avaliação será composta por 30 itens de múltipla escolha com quatro alternativas de resposta.
O PARTICIPANTE deve ter em mãos, no ato da inscrição o seu número de Cadastro de Pessoa Física (CPF), o seu número do documento de identificação, documentos obrigatórios para a efetivação da inscrição.

O participante receberá Cartão de Confirmação de Inscrição, contendo número de inscrição; data; hora; local de realização das provas.

O PARTICIPANTE deve comparecer, no dia do Exame, ao local de realização das provas indicado no Cartão de Confirmação de Inscrição, até as 7h, no turno matutino e até as 13h30, no turno vespertino, de acordo com o horário oficial de Brasília/DF. A ausência do PARTICIPANTE no local e horário de realização das provas indicados no Cartão de Confirmação da Inscrição acarretará sua eliminação à prova da área do conhecimento em que esteve ausente.

Os resultados do Encceja Nacional 2017 podem ser utilizados para fins de certificação de conclusão de Ensino Fundamental ou do Ensino Médio ou para emissão da declaração parcial de proficiência,















Perguntas Frequentes

1. Sobre o Encceja
1.1. Como funciona o sistema de certificação do Encceja?
O Exame possibilita a emissão de dois tipos distintos de documentos certificadores:
·                     Certificado: O documento reconhece oficialmente que o educando cumpriu, na íntegra, todos os componentes curriculares (disciplinas) do núcleo comum do Ensino Fundamental.
·                     Declaração de Proficiência: A certificação parcial comprova que o participante conseguiu cumprir um ou mais componentes curriculares (disciplinas) nas áreas avaliadas pelo Encceja.
O participante poderá solicitar aproveitamento dos resultados de uma ou mais áreas de conhecimento avaliadas em quaisquer edições anteriores do Encceja Nacional, para fins de certificação. É necessário que o participante apresente a Declaração de Proficiência à Unidade Certificadora, comprovando a eliminação de um ou mais componentes curriculares (disciplinas).
1.2. Quem pode participar do Exame?
Podem participar do Encceja Nacional jovens e adultos que não concluíram seus estudos em idade própria. São incluídas pessoas privadas de liberdade ou jovens sob medidas socioeducativas das Unidades Prisionais ou Socioeducativas que aderiram ao exame.
Desde 2010, o Inep passou a publicar edital específico para a realização do Encceja aos adultos submetidos a penas privativas de liberdade e a adolescentes sob medidas socioeducativas que incluam privação de liberdade.
No caso de brasileiros residentes no exterior, o participante poderá pleitear, por intermédio do Encceja Exterior, tanto a certificação de nível do Ensino Fundamental quanto a de nível do Ensino Médio.
1.3. Qual é a idade mínima para pleitear a certificação?
Para pleitear a certificação, o participante deverá:
·                     no nível do Ensino Fundamental, ter no mínimo 15 (quinze) anos completos na data de realização das provas;
·                     no nível do Ensino Médio, apenas para residentes no exterior, ter no mínimo 18 (dezoito) anos completos na data de realização das provas.
1.4. Existe alguma taxa para inscrição e participação no Exame?
Não. O exame é gratuito e de participação voluntária, possibilitando a aferição de competências, habilidades e saberes adquiridos pelos educandos tanto no processo formal de escolarização quanto em processos informais.

1.5. Onde posso encontrar material de estudo para o Encceja?
Na página específica de Materiais de Estudo para o Encceja. Este material é composto por um volume introdutório, quatro volumes de orientações aos professores e quatro volumes de orientações aos estudantes (Ensino Fundamental).
Para o Ensino Fundamental, o MEC disponibiliza a Coleção Cadernos de EJA. Além disso, para subsidiar o estudo, o participante do Encceja Nacional ou o Responsável Pedagógico da Unidade do participante do Encceja PPL poderá consultar e disponibilizar aos dependentes, quando aplicável, as Matrizes de Referência do Encceja.
1.6. Onde posso obter maiores informações sobre o Encceja?
Além das informações contidas na página do Encceja, o participante do Encceja ou o Responsável Pedagógico da Unidade, referente ao Encceja PPL, poderá contatar a Central de Atendimento ao participante acessando o portal de autoatendimento do MEC ou ligando para o telefone 0800 616161.

2. Residentes no Brasil
2.1. Como se inscrever no Encceja Nacional?
As inscrições são gratuitas e realizadas, exclusivamente, via internet no portal oficial para inscrições do Encceja, nas datas estabelecidas em editais publicados pelo Inep a cada edição do Exame. Começam em 7 de agosto e vão até as 23h59 do dia 18 de agosto. A aplicação está marcada para 22 de outubro.
O interessado em se inscrever no Encceja Nacional deverá realizar o preenchimento on-line do Questionário Socioeconômico (QSE) para finalizar sua inscrição.
Para pessoas privadas de liberdade e jovens sob medidas socioeducativas, a solicitação deverá ser feita ao Responsável Pedagógico da Unidade Prisional ou Socioeducativa para que efetue a inscrição no Exame. Antes disso, o Responsável Pedagógico deverá ler o edital, seus anexos e atos normativos neles mencionados, e certificar-se de que o interessado preenche todos os requisitos exigidos para a participação no Encceja e aceita todas as condições nele estabelecidas.
2.2. Quais são os documentos obrigatórios para efetuar a inscrição no Encceja Nacional?
Para efetuar a inscrição no Encceja Nacional, o interessado deverá informar o número do seu Cadastro de Pessoa Física (CPF) e o número do seu Documento de Identidade.
No caso de pessoas privadas de liberdade e jovens sob medidas socioeducativas, o Responsável Pedagógico deverá informar, no ato da inscrição, o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF), do Documento de Identidade ou do Número de Identificação Interna do interessado, documentos obrigatórios para a efetivação da inscrição.
2.3.Qual é a idade mínima para certificação para a conclusão do Ensino Fundamental com utilização dos resultados do Encceja Nacional?
Para pleitear a certificação de conclusão do Ensino Fundamental, o interessado deverá ter no mínimo 15 (quinze) anos completos na data de realização das provas.
2.4. Qual é a idade mínima para certificação para conclusão do Ensino Médio com utilização dos resultados do Encceja Nacional?
Para pleitear a certificação de conclusão do Ensino Médio, o interessado deverá ter no mínimo 18 (dezoito) anos completos na data de realização das provas.
2.5. Quais são as áreas de conhecimento avaliadas no Encceja Nacional?
Para certificação do Ensino Fundamental, são estruturadas:
a) quatro provas objetivas, contendo cada uma 30 (trinta) questões de múltipla escolha nas seguintes áreas de conhecimento:
·                     Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física;
·                     Matemática;
·                     História e Geografia;
·                     Ciências Naturais.
b) uma proposta de Redação.
Para a certificação do Ensino Médio, são estruturadas:
a) quatro provas objetivas, contendo cada uma 30 (trinta) questões de múltipla escolha nas seguintes áreas de conhecimento:
·                     Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Compreende as disciplinas de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física;
·                     Matemática e suas Tecnologias;
·                     Ciências Humanas e suas Tecnologias; Compreende as disciplinas de História, Geografia, Filosofia e Sociologia;
·                     Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Compreende as disciplinas de Química, Física e Biologia.
b) uma proposta de Redação.
2.6. Qual é a pontuação mínima necessária para o participante obter certificação nas provas objetivas e de redação do Ensino Fundamental?
Para obter a certificação do Ensino Fundamental, o participante deverá alcançar em cada uma das provas objetivas do Exame, no mínimo, o nível 100 (cem).
A prova de Redação será aplicada junto  à prova de Língua Portuguesa. Para obter proficiência na prova de Redação, o participante deve obter nota igual ou superior a 5,0 (cinco) pontos.
Para obter a Declaração Parcial na área de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física, o participante deverá atingir duas notas mínimas ao mesmo tempo: o mínimo de 100 (cem) pontos na prova objetiva assim como o mínimo de 5 (cinco) pontos na prova de redação em uma mesma edição do exame.
2.7. Qual é a pontuação mínima necessária para o participante obter certificação nas provas objetivas e de redação do Ensino Médio?
Para obter a certificação do Ensino Médio, o participante deverá alcançar, em cada uma das provas objetivas do Exame, no mínimo, o nível 100 (cem).
A prova de Redação será aplicada junto à prova de Linguagens, Códigos e suas tecnologias. Para obter proficiência na prova de Redação, o participante deverá obter nota igual ou superior a 5,0 (cinco) pontos.
Para obter a Declaração Parcial do Ensino Médio na área de Linguagens e Códigos e suas tecnologias o participante deverá atingir duas notas mínimas ao mesmo tempo: o mínimo de 100 (cem) pontos na prova objetiva assim como o mínimo de 5 (cinco) pontos na prova de redação em uma mesma edição do exame.
2.8. Como acessar os resultados do participante do Exame?
Os participantes poderão acessar o resultado mediante consulta ao portal de divulgação de resultados do Encceja utilizando o CPF e senha cadastrada no ato da inscrição.
No caso de participantes do Encceja PPL, os Responsáveis Pedagógicos poderão acessar os resultados dos participantes de suas respectivas Unidades Prisionais ou Socioeducativas, mediante a inserção da senha pessoal no portal de divulgação de resultados para participantes privados de liberdade. Depois de decretada sua liberdade, os participantes também poderão acessar seus resultados individuais por meio da página do Inep. A senha de acesso poderá ser obtida por meio de recuperação de senha no sistema de inscrição.
2.9. Como solicitar o certificado ou declaração de proficiência do participante após a divulgação dos resultados do Exame?
O participante do Encceja Nacional ou o Responsável Pedagógico da Unidade, referente ao Encceja PPL, deverá contatar a Secretaria Estadual de Educação indicada no ato da inscrição para solicitar o Certificado ou a Declaração de Proficiência.
Compete às Secretarias Estaduais de Educação definir os procedimentos complementares para certificação, com base nos resultados do Encceja, e certificar seus participantes.
Os participantes emancipados não poderão solicitar a certificação por meio do Encceja, conforme parágrafo único do Art. 6º da Resolução CNE/CEB nº 03, de 15 de junho de 2010[1] (Anexo V): “O direito dos menores emancipados para os atos da vida civil não se aplica para o da prestação de exames supletivos”. 
2.10. Quem já fez o Encceja e não obteve pontuação mínima para certificação pode fazer o Exame novamente?
Sim. Quem já fez o Encceja em anos anteriores e não obteve a pontuação mínima para aprovação em alguma área do conhecimento pode inscrever-se novamente e tentar aprovação na área de conhecimento desejada para obter a certificação.
2.11. Posso aproveitar a declaração de proficiência de resultados do Enem para certificação do Encceja do ensino médio?
Sim. Quem já fez o Enem entre 2009 a 2016 e não obteve a pontuação mínima para aprovação em alguma área do conhecimento poderá inscrever-se no Encceja e tentar aprovação na área de conhecimento desejada para obter a certificação.
2.12. Os resultados de edições anteriores do Encceja podem ser aproveitados?
Sim. Poderá ser solicitado o aproveitamento dos resultados de uma ou mais áreas de conhecimento, avaliadas nas edições do Encceja de 2010 a 2014, para fins de certificação. É importante que a Declaração Parcial de Proficiência seja apresentada à Unidade Certificadora, comprovando a eliminação de um ou mais componentes curriculares (disciplinas).
No caso de participantes do Encceja PPL, o Responsável Pedagógico deverá apresentar a documentação do participante.
2.13. Os resultados de edições anteriores do Enem podem ser aproveitados?
Sim. Poderá ser solicitado o aproveitamento dos resultados de uma ou mais áreas de conhecimento avaliadas nas edições anteriores do Enem para fins de certificação. É necessário que a Declaração Parcial de Proficiência seja apresentada à Unidade Certificadora, comprovando a eliminação de um ou mais componentes curriculares (disciplinas).
No caso de participantes do Encceja PPL, o Responsável Pedagógico deverá apresentar a documentação do participante.
3. Residentes no Exterior
3.1. Como se inscrever no Encceja Exterior?
As inscrições são gratuitas e realizadas, exclusivamente, via internet, no portal do Encceja para residentes no exterior, nas datas estabelecidas em editais publicados pelo Inep, a cada edição do Exame. As inscrições começaram em 3 de julho e podem ser feitas ate às 23h59 do dia 17 de julho. Para o Encceja Exterior Para Pessoas Privadas de Liberdade (PPL), o período de a adesão das Unidades Prisionais ou Socioeducativas começa em 14 de agosto e vai até o dia 25 de agosto, no portal para PPL no exterior.
O interessado em se inscrever no Encceja Exterior deverá realizar o preenchimento on-line do Questionário Socioeconômico (QSE) para finalizar sua inscrição.
3.2. Quais são os documentos obrigatórios para efetuar a inscrição no Encceja Exterior?
Para efetuar a inscrição, os brasileiros residentes no Exterior deverão informar, obrigatoriamente, o número do Cadastro de Pessoa Física (CPF).  O participante que tiver realizado provas de edições anteriores do Encceja Exterior (2013, 2014, 2015, 2016) deverá informar o número do passaporte utilizado para fins de certificação. Para a certificação do Ensino Fundamental o participante deve ter 15 anos completos na data da realização da prova. Para a certificação do Ensino Médio a idade é de pelo menos 18 anos na data da prova.
3.3. Qual é a idade mínima para certificação de conclusão do Ensino Fundamental e do Ensino Médio com utilização dos resultados do Encceja Exterior?
Para solicitar a certificação para conclusão do Ensino Fundamental, o interessado deverá ter no mínimo 15 (quinze) anos completos na data de realização das provas.
Para solicitar a certificação para conclusão do Ensino Médio, o interessado deverá ter no mínimo 18 (dezoito) anos completos na data de realização das provas.
3.4. Quais são as áreas de conhecimento avaliadas para a certificação do Ensino Fundamental no Encceja Exterior?
Para a certificação no nível de Ensino Fundamental, são estruturadas:
a) quatro provas objetivas, contendo cada uma 30 (trinta) questões de múltipla escolha nas seguintes áreas de conhecimento:
·                     Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física;
·                     Matemática;
·                     História e Geografia;
·                     Ciências Naturais.
b) uma proposta de Redação.
3.5. Quais são as áreas de conhecimento avaliadas para a certificação do Ensino Médio no Encceja Exterior?
Para a certificação no nível de Ensino Médio, são estruturadas:
a) quatro provas objetivas, contendo cada uma 30 (trinta) questões de múltipla escolha nas seguintes áreas de conhecimento:
·                     Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Compreende as disciplinas de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física;
·                     Matemática e suas Tecnologias;
·                     Ciências Humanas e suas Tecnologias; Compreende as disciplinas de História, Geografia, Filosofia e Sociologia;
·                     Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Compreende as disciplinas de Química, Física e Biologia.
3.6. Qual é a pontuação mínima necessária para o participante obter certificação nas provas objetivas e de redação do Ensino Fundamental e Ensino Médio?
Para obter a certificação, o participante deverá alcançar em cada uma das provas objetivas do Exame, no mínimo, 100 (cem).
A prova de Redação será aplicada juntamente com a prova de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física. Para obter proficiência na prova de Redação, o participante deve obter nota igual ou superior a 5,0 (cinco) pontos.
Para obter a Declaração Parcial do Ensino Fundamental na área de Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Artes e Educação Física o participante deverá atingir duas notas mínimas ao mesmo tempo: o mínimo de 100 (cem) pontos na prova objetiva assim como o mínimo de 5 (cinco) pontos na prova de redação em uma mesma edição do exame.
Para obter a Declaração Parcial do Ensino Médio na área de Linguagens e Códigos e suas tecnologias o participante deverá atingir duas notas mínimas ao mesmo tempo: o mínimo de 100 (cem) pontos na prova objetiva assim como o mínimo de 5 (cinco) pontos na prova de redação em uma mesma edição do exame.
3.7. Como acessar os resultados do Encceja Exterior?
Os participantes do Encceja Exterior poderão acessar os resultados mediante consulta ao Portal de divulgação de resultados do Encceja Exterior, utilizando o CPF e a senha cadastrada no ato da inscrição.
3.8. Como obter o certificado ou declaração de proficiência do participante com os resultados do Encceja Exterior?
Cabe ao Inep enviar os Certificados e as Declarações de Proficiência dos participantes ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), que os encaminhará às Embaixadas e aos Consulados-Gerais do Brasil de cada país de aplicação do Exame.
Os participantes deverão procurar seus documentos de certificação nas Embaixadas ou Consulados-Gerais do Brasil nos países onde realizaram as provas.
Os participantes emancipados não poderão solicitar a certificação por meio do Encceja, conforme parágrafo único do Art. 6º da Resolução CNE/CEB nº 03, de 15 de junho de 2010[1] (Anexo V): “O direito dos menores emancipados para os atos da vida civil não se aplica para o da prestação de exames supletivos”. Conforme consta nos últimos Editais do Encceja Nacional e Exterior.
3.9. Quem já fez o Encceja Exterior e não obteve a pontuação mínima para certificação pode fazer o Exame novamente?
Sim. Quem já fez o Encceja Exterior em 2013, 2014, 2015 e 2016 [RBO1] e não obteve a pontuação mínima para aprovação em alguma área do conhecimento pode inscrever-se novamente e tentar aprovação na área de conhecimento desejada para obter a certificação.
No caso de brasileiros residentes no exterior, o participante poderá pleitear, por intermédio do Encceja Exterior, tanto a certificação de nível do Ensino Fundamental quanto a do Ensino Médio. Estando o participante no Brasil poderá solicitar o aproveitamento dos resultados de uma ou mais áreas do conhecimento, avaliadas edições anteriores conforme Edital do Exame É necessário que o participante apresente a Declaração de Proficiência à Unidade Certificadora, comprovando a eliminação de um ou mais componentes curriculares (disciplinas).
3.10. Os resultados de outras edições do Encceja Exterior poderão ser aproveitados?
Sim. Poderá ser solicitado o aproveitamento dos resultados de uma ou mais áreas de conhecimento avaliadas nas edições 2013, 2014, 2015 e 2016 do Encceja Exterior para fins de certificação.
3.11 Posso aproveitar a declaração de proficiência resultados do Enem do ensino médio dos para certificação do Encceja?
Sim. Quem já fez o Enem entre 2009 a 2016 e não obteve a pontuação mínima para aprovação em alguma área do conhecimento poderá inscrever-se no Encceja e tentar aprovação na área de conhecimento desejada para obter a certificação.

domingo, 4 de junho de 2017

VEJA AQUI PORQUE É PRECISO DIZER NÃO À REFORMA DA PREVIDÊNCIA

VEJA AQUI PORQUE É PRECISO DIZER NÃO À REFORMA DA PREVIDÊNCIA

VEJA AQUI PORQUE É PRECISO DIZER NÃO À REFORMA DA PREVIDÊNCIA
O Sind-UTE/MG, com o objetivo de ampliar o debate acerca da Proposta de Emenda à Constituição 287/16, que prevê a Reforma da Previdência, de autoria do governo golpista Michel Temer, inicia uma campanha de informação e de esclarecimento à população.
O objetivo do Sindicato é esclarecer os pontos centrais sobre essa proposta e fazer um convite a todos e todas para que reajam a mais esse ataque a direitos fundamentais previstos constitucionalmente.
Ao contrário do que vem sendo dito, a Previdência não está quebrada e as novas regras - 65 anos de idade mínima e 49 anos de contribuição - vão atingir a todos e visam acabar com o direito à aposentadoria. A aposentadoria especial dos professores e das professoras da educação básica, de acordo com a PEC, também acabará. 
"Sabemos que diferente do que o governo golpista Michel Temer vem divulgando na imprensa, todos os trabalhadores (ativa, aposentados, pensionistas, servidores públicos e da iniciativa privada) irão perder com a Reforma da Previdência e diante disso não podemos nos calar", afirma a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira. 
As peças também explicam que o presidente ilegítimo, Michel Temer, propõe acabar com a paridade (equivalência de reajustes com quem está trabalhando), integralidade. Todos os que recebem o benefício de prestação continuada (BPC) serão atingidos, já que seus reajustes serão desvinculados do salário mínimo e a idade para adquirir este benefício passará de 65 para 70 anos.
O que o governo deveria fazer
Como medidas para combater a crise econômica e que deveriam ser tomadas, pois não prejudicam o trabalhador, a campanha do Sind-UTE/MG sugere:
- A taxação das grandes fortunas, joias e heranças.
- Impostos sobre bens como helicópteros, iates e outros afins.
- Combate à sonegação fiscal.
- Revisão do pagamento da dívida pública e dos juros, que atualmente consomem mais de 40% do orçamento do governo, muito mais que os investimentos em Previdência, saúde e educação juntos.
- Reforma tributária .


Fonte: http://www.cutmg.org.br/campanhas/7/veja-aqui-porque-e-preciso-dizer-nao-a-reforma-da-previdencia 

ATENÇÃO ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO: ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA CURSOS TÉCNICOS

ATENÇÃO ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO: Processo Seletivo para cursos técnicos MEDIOTEC/MEC


A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais torna público o EDITAL que regulamenta o processo seletivo de estudantes para cursos técnicos, na forma concomitante ao Ensino Médio, no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC, por meio da ação MEDIOTEC/MEC.


As vagas são gratuitas e estão destinadas a estudantes matriculados no Ensino Médio nas redes pública estadual, federal e municipal. Os cursos serão ofertados nas modalidades presencial e à distância, conforme disponibilidade da Instituição de Ensino responsável pelo curso técnico. As aulas terão início no segundo semestre de 2017. Os cursos técnicos, número de vagas, modalidade, Instituição de Ensino responsável e municípios onde serão ofertados os cursos podem ser consultados no Anexo I do Edital.

As inscrições poderão ser realizadas no período de 01 a 19 de junho de 2017, apenas por formulário eletrônico disponível abaixo, no link INSCRIÇÕES MEDIOTEC.
Caso o número de inscritos ultrapasse o limite de vagas para o curso técnico pretendido, será realizado SORTEIO PÚBLICO no dia 22 de junho de 2017, às 14 horas, no Órgão Central da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais.


As dúvidas sobre o processo de inscrição deverão ser direcionadas para o email: inscricaomediotec@educacao.mg.gov.br


Resolução garante uso de nome social em escolas da Rede Estadual de Ensino

Resolução garante uso de nome social em escolas da Rede Estadual de Ensino

Publicada no Diário Oficial do último sábado (27/05), resolução reconhece direito mediante solicitação do próprio interessado
As escolas estaduais de Minas Gerais deverão reconhecer e garantir, em todos os níveis e modalidades, a adoção do nome social àquelas pessoas cuja identificação civil não reflita sua identidade de gênero. A Resolução SEE nº 3.423 foi publicada no Diário Oficial Minas Gerais do último sábado (27/05) e a solicitação de inclusão do nome social deverá será feita pelo próprio interessado.
A Resolução determina que o nome anotado no registro civil deva ser utilizado para uso interno da administração escolar e para emissão de documentos oficiais, acompanhado do nome social do interessado, e veda uso de expressões pejorativas.
Segundo a Resolução, fica assegurado ao requerente a utilização do nome social nos registros do diário de classe, no boletim, em crachás ou carteirinhas de estudante e listas ou qualquer outro instrumento de identificação do estudante na escola ou em ações da escola em espaços externos. O nome social deverá ser anotado no anverso e o nome civil no verso do crachá ou carteirinha de estudante.

Devido à legislação em vigor, o nome social não deverá ser utilizado em declarações, Educacenso, histórico escolar, certificado e diplomas. De acordo a coordenadora de Educação em Direitos Humanos e Cidadania, da Secretaria de Estado de Educação (SEE), Kessiane Goulart, a Resolução além de atender a uma demanda dos movimentos sociais, garante o respeito aos direitos individuais.
Para a secretária de Educação, Macaé Evaristo, “se, do ponto de vista da legislação, a Educação está aberta a todos, ela efetivamente é discriminadora dos setores mais pobres da população, com forte recorte racial, de gênero, deficientes, idosos e não heterossexuais. Essa Resolução é mais um compromisso da educação em Minas em garantir o direito de acesso a todos, criando um ambiente de acolhimento sem qualquer discriminação”.

Consulta pública discute Parceria Público Privada para obras de prédios escolares

Consulta pública discute Parceria Público Privada para obras de prédios escolares

Proposta foi apresentada a empresas interessadas em participar de novo processo de concessão para construção e manutenção da rede física de escolas
As secretarias de Estado de Educação (SEE) e de Fazenda (SEF) e o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) apresentaram, nesta quarta-feira (31/05), uma proposta de Parceria Público Privada (PPP) - uma delegação por meio de concessão administrativa – para a execução de obras de implantação e da prestação de serviços não-pedagógicos de operação e manutenção para unidades de ensino da rede pública do Estado de Minas Gerais. A consulta pública foi direcionada a empresas que manifestaram interesse em participar desse processo.
O evento, que aconteceu no auditório do BDMG, teve como objetivo esclarecer dúvidas e receber propostas para implementação desse modelo de construção e gestão de prédios escolares, com nova concepção funcional e arquitetônica, de forma que a escola seja expressão de um equipamento público colocado a serviço da comunidade. “Por isso, deve-se apresentar para a comunidade de forma transparente, com arquitetura convidativa, despojada, aberta e sustentável”, explicou o arquiteto e assessor da SEE, Marcelo Amorim.
O vice-presidente do BDMG, Luiz Guilherme Piva, apresentou a proposta para a construção de 128 novas escolas, a serem entregues em 36 meses a partir da consolidação dos contratos, sendo que as 25 primeiras devem estar prontas em 8 meses.
Proposta de PPP para unidades escolares foi apresentado durante consulta pública no BDMG. Foto: Elian Oliveira/ACS-SEE
Proposta de PPP para unidades escolares foi apresentado durante consulta pública no BDMG. Foto: Elian Oliveira/ACS-SEE


As escolas devem ser compostas de 6 a 14 salas, refeitório e pátio integrados, quadra coberta, espaço multiuso, laboratórios de informática e de ciências e biblioteca. As novas unidades escolares deverão atender a 92 municípios, nos 17 territórios de desenvolvimento do estado, e serão divididas em quatro lotes.
A concessão administrativa, por um período de 30 anos, inclui a construção, manutenção e conservação, suporte administrativo, reprografia, limpeza e jardinagem, controle de pragas, portaria e serviços de tecnologia da informação e comunicação, além de monitoramento eletrônico e help desk. Ficam fora da concessão as atividades pedagógicas e o fornecimento de alimentação.
A Secretária de Estado de Educação, Macaé Evaristo, destacou a relevância da natureza do projeto para desenvolvimento da politica educacional. “É uma inovação, primeira em Minas Gerais, de estruturação de projetos de escolas para juventude do Ensino Médio. Pensamos na constituição de um prédio contemporâneo que contribua para uma boa política educacional para esse público”, destacou Macaé.
De acordo com a secretária, os prédios de escolas públicas eram planejados, no geral, para estudantes dos anos iniciais e, aos poucos, foram incorporando jovens e adolescentes. “Vivemos um momento em que a maioria dos estudantes da rede estadual é de jovens e adolescentes. Temos 2 milhões de estudantes, dos quais apenas 480 mil são de anos iniciais e os demais adolescentes e jovens de anos finais e ensino médio. Muitas escolas nasceram como casas que foram ampliadas para atender a demanda de alunos”, relata.
Segundo dados da SEE, no contexto do escopo das 128 escolas a serem construídas, devem ser atendidas prioritariamente oito unidades que funcionam em prédios emprestados em estado precário; 12 escolas de coabitação que atende desde criança de 6anos até jovens de 17 anos, inclusive com mobiliário inadequados; e 46 escolas a serem criadas, para atender demanda em grandes centros urbanos.
“Considero relevante para que possamos efetivar o que está no Plano Nacional de Educação (PNE). Entre outras metas, o PNE tem como objetivo universalizar o atendimento ao Ensino Médio nos próximos 10 anos, garantindo Educação Integral para pelo menos 25% dos estudantes e desenvolver novo modelo de equipamento público que pense na oferta educativa regular, além de ampliar tempo dos alunos em atividades educativas. Existe então essa demanda por unidades capazes de oferecer educação profissional, estruturadas para que possam se articular com outras políticas públicas no território, sendo utilizadas pela comunidade nos finais de semana, disponibilizando biblioteca, laboratório de informática, por exemplo”, comentou Macaé Evaristo.
A secretária salienta que não há nenhum interesse em privatizar ações da política educacional, mas o de garantir o direito à educação “utilizando de tecnologias e estruturações modernas que permitam agilidade do poder público em exercer seu dever de oferecer educação pública de qualidade”.
O secretário de Estado de Fazenda, José Afonso Bicalho, falou sobre as garantias de pagamento do Estado para as empresas vencedoras do processo licitatório. Ele explicou que tramita na Assembleia Legislativa de Minas Gerais o Projeto de Lei 4135, criando os fundos estaduais de incentivo e de financiamento de investimento, entre eles o Fundo de Pagamento às PPPs, que garantirão cumprimento dos pagamentos das concessões pelo Estado.

Diário Escolar Digital

Diário Escolar Digital

Hotsite Diario Escolar Digital

Diário Escolar Digital é uma plataforma idealizada pela Secretaria de Estado de Educação e desenvolvida pela Prodemge cuja proposta é ampliar a interação entre estudantes, pais, responsáveis e profissionais da educação (Professores, Especialistas, Diretores e Secretários de Escola).

O Diário permite agilidade na coleta de dados e melhor gerenciamento de frequência do estudante e seu desempenho acadêmico, coletando dados para o Sistema Mineiro de Administração Escolar (SIMADE).

O SIMADE reúne dados de gestão pedagógica e de parte da rotina administrativa das escolas, visando à proposição de políticas educacionais adequadas as diferentes realidades das escolas da rede pública estadual. 

Importante ressaltar que a ferramenta está sendo implantada de forma gradativa .  Assim a Secretaria de Estado de Educação pede a compreensão e a colaboração de todos, se colocando à disposição para aprimorar a ferramenta. Reclamações, dúvidas e sugestões podem ser encaminhadas para o email: diarioescolardigital@educacao.mg.gov.br.  

Saiba mais sobre o Diário Escolar Digital AQUI

quarta-feira, 19 de abril de 2017

CNTE participa de debate sobre a reforma da Previdência no Senado

CNTE participa de debate sobre a reforma da Previdência no Senado

Publicado em Terça, 18 Abril 2017 12:53

beatriz senado

Na manhã desta terça-feira (18), a secretária de Organização da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e coordenadora geral do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (SindUTEMG) – entidade filiada à CNTE –, Beatriz da Silva Cerqueira, participou de audiência pública no Senado Federal. A ocasião tratou de debater as reformas previdenciária e trabalhista e os impactos para policiais e professores.

Aplaudida em diversos momentos de sua fala, Beatriz iniciou sua explanação ao afirmar: “Temer não vai ser só o algoz dos policiais ou dos professores, será o algoz de toda a população brasileira”. A partir disso, ela continuou com a contextualização dessa reforma, que, como disse, “destruirá a nossa profissão. Será uma profissão cada vez mais de passagem”. Segundo Beatriz, enquanto a democracia não for restabelecida no país, os cidadãos continuarão a enfrentar reformas, projetos de leis e propostas de emendas à Constituição com a retirada de direitos dos brasileiros.

Em toda a sua fala, a secretária da CNTE enfatizou que não há uma disputa de categorias com esse desmonte proposto pelo atual governo. “Se cada um olhar só para a sua categoria, todos nós perderemos e teremos um Estado que vai olhar menos para o cidadão e mais para o sistema financeiro. Nós disputamos qual será o estado brasileiro para as próximas décadas, para os nossos filhos e netos. Nós só derrotaremos essa reforma enquanto estivermos juntos”, ressaltou.
Beatriz Cerqueira apontou que não há legitimidade nessas propostas de mudanças. “Este Congresso não foi eleito para ser constituinte, não foi eleito par rasgar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou para revisar a Constituição Federal. Dever-se-ia, então, estabelecer uma Assembleia Constituinte para fazer uma nova Constituição. O povo não outorgou legitimidade para essas reformas”, enalteceu.

Outro ponto frisado pela professora é o engodo de que o presidente Michel Temer se utiliza ao falar de generosidade e regalias de determinadas categorias para terem seus direitos retirados ou cerceados com a PEC 287. Segundo Beatriz, não há quaisquer privilégios para professores, policiais ou trabalhadores rurais no atual texto constitucional. “O governo mente à população ao dizer que combate privilegiados. Eu, professora, não sou privilegiada. Apenas é preciso trabalhar de forma desigual os desiguais, e isso não configura qualquer privilégio. A nossa posição, inclusive, não é sair da reforma porque essa reforma é ruim para todo mundo. Nós reivindicamos que essa reforma não seja aprovada, porque, caso seja, meus alunos, minha mãe, toda a população será prejudicada. Nós queremos a retirada, a rejeição dessa PEC 287”, concluiu.

Para Beatriz, essa reforma significa 49 anos de sala de aula para chegar à aposentadoria integral. “É a destruição da nossa profissão porque ninguém tem condições de ficar quase cinco décadas em uma sala de aula para ter as condições ideais para se aposentar. Por isso, iniciamos uma greve nacional da educação em 15 de março e esperamos que, no dia 28 de abril, tenhamos a maior greve geral da história recente do nosso país. Essa é a linguagem que esse governo compreende, a das ruas. Nós temos um recado: se votar [a favor da reforma da Previdência], não volta. Nós gastaremos toda a nossa energia, vida, saliva e saúde para contar a cada cidadão o que o deputado votou, pois ele estará votando contra a população brasileira. Nós faremos a aposentadoria compulsória desses parlametares”, resumiu.

Em seguida, foi a vez do secretário de Assuntos Jurídicos e Legislativos da CNTE e diretor de Políticas Sociais do Sindicato dos Professores do Distrito Federal (SinproDF), entidade também filiada à CNTE, Gabriel Magno Pereira Cruz. Ele endossou toda a fala da Beatriz Cerqueira e apontou que a escola talvez seja o espaço da sociedade que mais enfrentará as consequências da aprovação da reforma da Previdência: “Além dos professores, temos, nas salas de aula, o filho do pedreiro, do médico, do produtor rural. Vamos conviver com os impactos das reformas todos os dias e anos”.

A audiência foi a 14ª reunião extraordinária da Comissão Permanente de Direitos Humanos e Legislação Participativa e foi presidida pelo senador Paulo Paim. A ocasião contou com a participação de economista, assessor institucional da Polícia Civil do Distrito Federal e representantes da Polícia Rodoviária Federal e da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), além da presença das senadoras Fátima Bezerra e Regina Sousa, ambas também professoras.

A Comissão da Reforma da Previdência (PEC 287/16) transferiu para esta quarta-feira (19) a apresentação do parecer do relator, deputado Arthur Oliveira Maia. O presidente da comissão, deputado Carlos Marun, participou na manhã desta terça-feira (18) de um café da manhã no Palácio da Alvorada com o presidente Michel Temer, ministros de Estado e deputados da base aliada do governo.

Fonte: http://www.cnte.org.br/index.php/comunicacao/noticias/18268-cnte-participa-de-debate-sobre-a-reforma-da-previdencia-no-senado.html