sábado, 11 de setembro de 2010

ÓTIMO PROGRAMA DA DILMA, COM LULA

PESQUISA ELEITORAL: HÉLIO MANTÉM A LIDERANÇA EM MINAS GERAIS - 10/03/2010

DataTempo/CP2
Hélio mantém a liderança e o percentual de intenção de voto
Tucano tem 35,26% da preferência do eleitorado contra 40,53% do líder
Publicado no Jornal OTEMPO em 11/09/2010
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CARLA KREEFFT
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Pesquisa realizada pelo Instituto DataTempo/CP2, entre os dias 3 e 7 de setembro, mostra o candidato do PMDB, Hélio Costa, na liderança pela disputa do governo de Minas, com 5,27 pontos percentuais de vantagem em relação ao seu adversário mais próximo, o governador Antonio Anastasia (PSDB). Hélio tem 40,53% das intenções de voto contra 35,26% do tucano. A margem de erro do levantamento é de 2,16 pontos percentuais. Foram realizadas 2.062 entrevistas e a pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número 29.225/2010.
Os outros candidatos ao governo estão muito distantes dos dois primeiros colocados. Nenhum deles alcançou 1% das intenções de voto. José Fernando Aparecido (PV) e Vanessa Portugal (PSTU) aparecem em terceiro e quarto lugares, com 0,57% e 0,53%, respectivamente.
Na comparação com a última pesquisa DataTempo/CP2, divulgada no último dia 3 de setembro, não houve praticamente nenhuma mudança no quadro. Hélio passou de 40,89% das intenções de voto para 40,53%. Anastasia tinha 35,32% da preferência do eleitorado e agora tem 35,26%. Também não houve alteração no número de indecisos, que era de 15,56% dos pesquisados e agora é de 15,55%.
Ambos os candidatos possuem boas condições para conquistar os votos dos indecisos. Quando perguntados sobre qual é a possibilidade de voto em Hélio Costa, 31,52% respondem que é grande e 24,23% dizem que é razoável. Afirmam que a possibilidade é pequena 12,82% dos interrogados. Para 24,62% não existe nenhuma possibilidade de escolher Hélio. Quando a pergunta é sobre a possibilidade de voto em Antonio Anastasia, 29,52% afirmam que é grande, 20,76% dizem que é razoável e 12,93% respondem que é pequena. Para 21,07% não há nenhuma possibilidade de votar em Anastasia.
Segundo turno. A pesquisa simulou um segundo turno entre Hélio Costa e Antonio Anastasia. Nessa condição, o peemedebista continua na liderança e venceria o tucano por 44,35% a 37,61%.
Acirrado
Levantamento espontâneo revela empate técnico
No levantamento realizado pelo DataTempo/CP2, na modalidade espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, há um empate técnico entre Hélio Costa (PMDB) e Antonio Anastasia (PSDB). O tucano tem 23,97% contra 23,30% do peemedebista.
Dos entrevistados, 8,90% afirmam que não conhecem os candidatos e 3,73% dizem que vão anular o voto.
Apesar de não disputar o governo do Estado e ser candidato ao Senado por Minas, Aécio Neves é citado por 1,39% dos entrevistados.
Na comparação com a última pesquisa DataTempo/CP2, Anastasia passa de 25,18% para 23,97%. Hélio tinha 24,13% e agora tem 23,30%. Ambas as variações estão dentro da margem de erro.
Dados
DataTempo/CP2
. Foram realizadas 2.062 entrevistas em todo o Estado. A margem de erro é 2,16 pontos percentuais. O registro na Justiça Eleitoral de Minas Gerais tem número 29.225/2010.
Análise
A força dos apoios deve decidir eleição
As duas últimas pesquisas da CP2 sinalizam uma disputa acirrada entre os dois principais candidatos. Apesar de não estarem empatados, Hélio e Anastasia estão muito próximos. O resultado da eleição será favorável para o que menos errar. Nesse cenário, o acerto e o erro passam pela eficiência da comunicação. Entre os subsídios dos apelos eleitorais está, em primeiro lugar, a força dos apoios de Aécio (para Anastasia) e Lula (para Hélio).
Antônio de Pádua
Diretor do DataTempo/CP2

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

TIRA DÚVIDAS....

Jakes gostaria de saber sobre essa efetivação.

Por exemplo uma pessoa efetiva pede remoção pra outra cidade sem ter vaga o efetivado será mandado embora? Ou ficará por um tempo até ele achar vaga em outro lugar?

Porque vocês do sindicato dos professores não defende essa lei e regularizar nossa situação? Porque depois que aconteceu essa efetivação se passaram dois anos nada vocês fizeram. Sendo que ela já aconteceu aqui em minas há muito tempo e em outros estados, nós os efetivados pagamos, desconta nos nossos contra-cheques quantias para manter o sindicato também.

Por favor me responda e me orienta sobre isso?


Obrigado Ivalda Reis

Ivalda, o efetivo tem prioridade sobre o efetivado e sobre o designado. Efetivados não mudam de cidade porque não possuem lotação, como os efetivos, portanto se a SRE aceita a remoção de um efetivo ele deve ocupar a vaga, primeiro de um designado e depois de um efetivado.

Mas vale lembrar que as vagas dos efetivados não são disponibilizadas para remoção, a não ser que isso atenda às necessidades políticas da SRE...

Em primeiro lugar gostaria de esclarecer sobre a Lei 100. Sind-UTE não tem um parecer contrário a lei, possui, sim, um parecer jurídico sobre ela, entendendo que fere a Constituição Federal quando esta afirma que o ingresso no serviço público é por concurso de provas e títulos (ART. 37).



Em segundo lugar, a Lei não "efetiva" as pessoas na escolas, ela mantém servidores com vínculo permanente na escola desde que hajam vagas, ou seja, se o número de alunos ou de turmas é reduzido você poderá PERDER seu emprego, e voltar a se tornar um designado "comum".

Em terceiro lugar, devemos, sim, defender concurso público para todas as áreas da educação e da administração pública, pois só dai, como diz a Constituição Federal, teremos de fato estabilidade.

O problema não é defender ou não a Lei 100, que possui caráter previdenciário, mas sim resguardar os direitos trabalhistas dos servidores que possuem contratos precários ou que foram efetivados sem direito a férias-prêmio, sem biênio, sem quinquênio, e sem estabilidade.



Obrigado Ivalda Reis



Atenciosamente,
Jakes Paulo

domingo, 29 de agosto de 2010

SIND-UTE/MG COBRA CUMPRIMENTO DO TERMO DE ACORDO

SIND-UTE/MG COBRA CUMPRIMENTO DO TERMO DE ACORDO



           Em reunião realizada no dia 24 de agosto último, com a Secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Renata Vilhena, a Comissão de Negociação do Sind-UTE/MG cobrou o cumprimento das cláusulas do Termo de Acordo assinado em 25 de maio de 2010. Representando o Sind-UTE/MG, participaram: Marilda Abreu, Feliciana Saldanha e Beatriz Cerqueira. Representando o Governo do Estado, além da Secretária Renata Vilhena, participaram duas assessoras da Secretaria de Estado da Educação e dois assessores da Seplag. Acompanhe, abaixo, as demandas discutidas na reunião e os encaminhamentos feitos:

1. CALENDÁRIO DE REPOSIÇÃO

Situação: O servidor estava de férias-prêmio, licença-maternidade/ paternidade ou licença-médica durante todo ou parte do período da greve.
Encaminhamento: é um afastamento legal que não pode gerar falta ou prejuízo ao servidor. Por estar afastado legalmente não tem que repor o período que coincidir com a greve.

Situação: licença-médica ou maternidade/paternidade durante o período de reposição.
Encaminhamento: é um afastamento legal, o servidor não tem que realizar a reposição no período em que estiver afastado por um dos motivos acima. Este afastamento não pode gerar falta ou qualquer outro prejuízo para o/a servidor/a.

Situação: o/a servidor/a está de férias-prêmio no período em que ocorrerá reposição.
Encaminhamento: não foi possível chegar a um entendimento entre o que o sindicato defende e a posição do governo. Esta e outras demandas que foram encaminhadas pela categoria serão objeto de nova discussão com o Governo.

Situação: Auxiliar de Serviços da Educação Básica e Assistente Técnico da Educação Básica que foram impedidos de realizar toda a reposição ficaram com falta.
Encaminhamento: a Secretaria verificará as superintendências que fizeram este encaminhamento para realizar as correções necessárias.

2. CONCURSO PÚBLICO

· O Edital será publicado até o dia 20/09/10, para realização das provas ainda em 2010;
· Cargos e disciplinas para o concurso: a lista contendo estas informações será disponibilizada para o Sindicato no início de setembro.
· A Secretaria de Estado da Educação informou que não pretende realizar concurso para professor/a de ensino religioso, filosofia e sociologia. O Sind-UTE/MG reivindicou que haja concurso para todas as áreas, inclusive estas.
· O Sindicato voltará a discutir esta questão em reunião que será realizada até o dia 10/09.
· As linhas gerais do concurso serão apresentadas ao Sindicato em reunião que será realizada até o dia 10/09/10.

3. CERTIFICAÇÃO DE ELEIÇÃO PARA DIREÇÃO DE ESCOLA

Inscrição em setembro de 2010.
Realização da prova: 21/11/10.

4. AUMENTO DO PERCENTUAL PARA GOZO DE FÉRIAS-PRÊMIO

De acordo com a Secretária Renata Vilhena, o Decreto está pronto. Falta entendimento do Governo se será possível publicá-lo antes do 1º turno das eleições.

5. REPOSICIONAMENTO POR TEMPO DE SERVIÇO

O Sind-UTE/MG mais uma vez cobrou a realização do reposicionamento na carreira por tempo de serviço. Discutiu ainda que o mesmo precisa ser feito antes da vigência da Lei 18.975/10, que instituiu o subsídio para que não gere prejuízos e distorções na vida funcional do/a servidor/a. O Governo assumiu o compromisso com o Sind-UTE/MG de fazer primeiro o reposicionamento e depois o enquadramento na tabela do subsídio.

6. OUTRAS DEMANDAS

- Faltas lançadas em dias de assembleia da categoria: o Sindicato solicitou que as faltas lançadas referente às assembleias realizadas em março, junho e julho fossem anuladas em função da dinâmica de não-corte estabelecida no Termo de Acordo. Como encaminhamento, o Sindicato enviará os comprovantes de notificação feitos ao governo, e o mesmo se comprometeu a anular as faltas comandadas.


O SIND-UTE/MG REIVINDICOU PARTICIPAR DAS DISCUSSÕES SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO, A OPÇÃO DE JORNADA DE 30 HORAS E RESOLUÇÃO SOBRE QUADRO DA ESCOLA PARA 2011. ESSAS QUESTÕES SERÃO DISCUTIDAS EM NOVEMBRO COM A SEPLAG E SEE.



Fonte: INFORMA 17 – SIND-UTE/MG
DISPONIVEL EM: www.sindutemg.org.br



sábado, 21 de agosto de 2010

Dilma abre 17 pontos sobre Serra e venceria no 1º turno, aponta Datafolha

21/08/2010 - 03h00
Dilma abre 17 pontos sobre Serra e venceria no 1º turno, aponta Datafolha



FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

               Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.
               Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.



               A diferença de 8 pontos subiu para 17 pontos. Marina Silva (PV) oscilou negativamente um ponto e está com 9%. A margem de erro máxima do levantamento é de dois pontos percentuais.
              Os outros candidatos não pontuaram. Os que votam em branco, nulo ou nenhum são 4% e os indecisos, 8%.
               Nos votos válidos (em que são distribuídos proporcionalmente os dos indecisos entre os candidatos e desconsiderados brancos e nulos), Dilma vai a 54%. Ou seja, teria acima de 50% e ganharia a disputa em 3 de outubro.
                Os que viram o horário eleitoral alguma vez desde que começou, na terça-feira, são 34%. Entre os que assistiram a propaganda, Dilma tem 53% e Serra, 29%.
                Nos primeiros programas, Dilma apostou na associação com Lula, que tem 77% de aprovação, segundo o último Datafolha.
                A petista cresceu ou oscilou positivamente em todos os segmentos, exceto entre os de maior renda (acima de dez salários mínimos).
               Dilma tinha 28% de intenção de voto entre os mais ricos e manteve esse percentual. Mas sua distância para Serra caiu porque o tucano recuou de 44% para 41% nesse grupo, que representa apenas 5% do eleitorado.

MULHERES E SUL

               Já entre as mulheres, Dilma lidera pela primeira vez. Na semana anterior, havia empate entre ela e Serra, em 35%. Agora, a petista abriu 12 pontos de frente nesse grupo: 43% contra 31% de Serra.
              Marina tinha 11% e está com 10% entre as mulheres. A verde continua estável desde março no Datafolha. Tem mostrado alguma reação só entre os mais ricos, faixa em que tinha 14% há um mês, foi a 17% e agora atingiu 20%.
              A liderança de Dilma no eleitorado masculino é maior do que entre o feminino: tem 52% contra 30% de Serra. A candidata do PV tem 8%.
              Outro número bom para Dilma é o empate técnico no Sul. Ela chegou a 38% contra 40% de Serra. Há um mês, ele vencia por 45% a 32%.
              Serra não lidera de forma isolada em nenhuma região. No Sudeste, perde de 42% a 33%. No Norte/Centro-Oeste, Dilma tem 50%, e ele, 27%.
             No Nordeste a petista teve uma alta de 11 pontos e foi a 60% contra 22% do tucano.
             Houve também um distanciamento de Dilma na disputa de um eventual segundo turno. Se a eleição fosse hoje, ela teria 53% contra 39% de Serra. Há uma semana, ela tinha 49% e ele, 41%.
           Na pesquisa espontânea, em que eleitores declaram voto sem ver lista de candidatos, Dilma foi de 26% para 31%. Serra foi de 16% a 17%.


Câmara dos Deputados debate reajuste do Piso para 2011


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CNTE Informa 544
Na última terça-feira (17), a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados promoveu audiência pública para discutir o reajuste do PSPN, em 2011. A CNTE participou da atividade juntamente com o Ministério da Educação, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação e a Confederação Nacional dos Municípios.
As contas preliminares apresentadas pelo Ministério da Educação confirmam a previsão da CNTE para reajuste do Piso, no próximo ano, na ordem de 15,29%. Esse percentual, desde já, serve de referência para estados e municípios preverem, em seus projetos de leis orçamentárias, o menor vencimento inicial para a carreira do magistério público.
Outro ponto relevante do debate com os parlamentares referiu-se à aprovação do PL 3.776 - na versão modificada pelo PLC 321/09, do Senado - fruto de acordo envolvendo o Parlamento, gestores e trabalhadores. O referido projeto prevê ganho real anual para o Piso, bem como salvaguarda de aplicação mínima do Índice de Preços ao Consumidor na hipótese de o percentual de correção do valor mínimo do Fundeb ser inferior ao INPC/IBGE.
A CNTE também lembrou os parlamentares sobre a necessidade de se pressionar o Supremo Tribunal Federal a votar o mérito da ADI 4.167, impetrada pelos governadores “Inimigos da Educação, Traidores da Escola Pública”, pois somente com a total constitucionalidade da Lei 11.738 será possível resgatar a valorização dos profissionais da educação. Sobre esta questão, a Frente Parlamentar em Defesa do PSPN se comprometeu em apoiar o ato da CNTE, dia 16 de setembro, no STF, quando será entregue aos ministros do Tribunal um dossiê sobre o descumprimento da Lei 11.738 e o pedido de urgência para julgamento da ADI 4.167.
Outra agenda importante da CNTE, nesta quinta-feira (19), refere-se à primeira reunião da Mesa de Negociação do Piso, à qual terão assento, além de nossa Confederação, o Consed, a Undime e o MEC. Esperamos que esse momento viabilize a implementação do Piso, à luz da Lei 11.738, vinculado-o à carreira e projetando seu poder de compra para patamares mais dignos para o pleno exercício da profissão de educador.

Má gestão emperra pagamento de piso a professores

Piso salarial dos professores foi tema de debate na Comissão de Educação e Cultura, na tarde de terça-feira (17).Deputados da casa, representantes de entidades e o secretário-geral da CNTE, Denílson Bento da Costa, se reuniram para discutir o índice de reajuste do valor do PSPN.

Durante o debate realizado na Comissão, o coordenador-geral do Fundeb, Wander Borges, demonstrou que o governo federal separou quase R$ 7 bilhões neste ano para complementar os recursos do fundo nos municípios. Por essa razão, foi apontado que não há justificativa para as prefeituras descumprirem a lei (11.738/08) que instituiu o piso salarial nacional da categoria.

"Para aonde estão sendo levados esses R$ 6,9 bilhões? Desafio qualquer município a provar que deu, nos últimos três anos, um aumento salarial acumulado de 30% aos professores. O dinheiro tem sido desviado, e não podemos concordar com isso. As prefeituras incham suas folhas de pagamento com cargos de confiança e depois dizem não ter recurso para a educação”, afirmou o deputado Severiano Alves (PMDB-BA).

O deputado acusou as prefeituras de não pagarem aos professores do ensino básico o piso salarial de R$ 1.024, definido pelo Ministério da Educação (MEC), devido à má gestão e ao desvio de recursos. A declaração foi feita, nesta terça-feira, após audiência pública da Comissão de Educação e Cultura sobre o tema.

Já o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, rebateu a acusação. Para ele, a declaração do deputado é meramente "eleitoral", pois até hoje nenhum município recebeu qualquer recurso extra para o pagamento do piso do magistério. "A complementação é, na verdade, de 10% sobre o total (R$ 700 milhões, e não R$ 7 bilhões) que a União disponibilizar para o piso. A legislação, porém, determinou, entre outros requisitos, que o município precisa provar que possui mais alunos na área rural do na urbana para ter direito a receber o dinheiro", explicou.

Falta de consenso
Na audiência pública, ficou claro que estados, municípios, governo federal e professores ainda estão longe de chegar a um consenso sobre os critérios de reajuste do piso da categoria.

Cinco governadores já recorreram à Justiça argumentando que o piso é inconstitucional. O Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não julgou o mérito, mas decidiu, em liminar, que estados e prefeituras podem somar as gratificações pagas aos professores para atingir o valor do piso.

O secretário geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Denilson da Costa, sustentou que o piso deve englobar apenas o vencimento do início de carreira, sem contar nenhuma outra vantagem. Ele afirmou ainda que a entidade prepara um relatório com a lista de todos os municípios onde a lei está sendo descumprida.

Fonte: com informações da Agência Câmara, 18/08/2010
21/08/2010 - 03h00
Dilma abre 17 pontos sobre Serra e venceria no 1º turno, aponta Datafolha



FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

               Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.
               Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.



               A diferença de 8 pontos subiu para 17 pontos. Marina Silva (PV) oscilou negativamente um ponto e está com 9%. A margem de erro máxima do levantamento é de dois pontos percentuais.
              Os outros candidatos não pontuaram. Os que votam em branco, nulo ou nenhum são 4% e os indecisos, 8%.
               Nos votos válidos (em que são distribuídos proporcionalmente os dos indecisos entre os candidatos e desconsiderados brancos e nulos), Dilma vai a 54%. Ou seja, teria acima de 50% e ganharia a disputa em 3 de outubro.
                Os que viram o horário eleitoral alguma vez desde que começou, na terça-feira, são 34%. Entre os que assistiram a propaganda, Dilma tem 53% e Serra, 29%.
                Nos primeiros programas, Dilma apostou na associação com Lula, que tem 77% de aprovação, segundo o último Datafolha.
                A petista cresceu ou oscilou positivamente em todos os segmentos, exceto entre os de maior renda (acima de dez salários mínimos).
               Dilma tinha 28% de intenção de voto entre os mais ricos e manteve esse percentual. Mas sua distância para Serra caiu porque o tucano recuou de 44% para 41% nesse grupo, que representa apenas 5% do eleitorado.

MULHERES E SUL

               Já entre as mulheres, Dilma lidera pela primeira vez. Na semana anterior, havia empate entre ela e Serra, em 35%. Agora, a petista abriu 12 pontos de frente nesse grupo: 43% contra 31% de Serra.
              Marina tinha 11% e está com 10% entre as mulheres. A verde continua estável desde março no Datafolha. Tem mostrado alguma reação só entre os mais ricos, faixa em que tinha 14% há um mês, foi a 17% e agora atingiu 20%.
              A liderança de Dilma no eleitorado masculino é maior do que entre o feminino: tem 52% contra 30% de Serra. A candidata do PV tem 8%.
              Outro número bom para Dilma é o empate técnico no Sul. Ela chegou a 38% contra 40% de Serra. Há um mês, ele vencia por 45% a 32%.
              Serra não lidera de forma isolada em nenhuma região. No Sudeste, perde de 42% a 33%. No Norte/Centro-Oeste, Dilma tem 50%, e ele, 27%.
             No Nordeste a petista teve uma alta de 11 pontos e foi a 60% contra 22% do tucano.
             Houve também um distanciamento de Dilma na disputa de um eventual segundo turno. Se a eleição fosse hoje, ela teria 53% contra 39% de Serra. Há uma semana, ela tinha 49% e ele, 41%.
           Na pesquisa espontânea, em que eleitores declaram voto sem ver lista de candidatos, Dilma foi de 26% para 31%. Serra foi de 16% a 17%.


21/08/2010 - 03h00
Dilma abre 17 pontos sobre Serra e venceria no 1º turno, aponta Datafolha



FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA

               Na primeira pesquisa Datafolha depois do início da propaganda eleitoral no rádio e na TV, a candidata a presidente Dilma Rousseff (PT) dobrou sua vantagem sobre seu principal adversário, José Serra (PSDB), e seria eleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje.
               Segundo pesquisa Datafolha realizada ontem em todo o país, com 2.727 entrevistas, Dilma tem 47%, contra 30% de Serra. No levantamento anterior, feito entre os dias 9 e 12, a petista estava com 41% contra 33% do tucano.



               A diferença de 8 pontos subiu para 17 pontos. Marina Silva (PV) oscilou negativamente um ponto e está com 9%. A margem de erro máxima do levantamento é de dois pontos percentuais.
              Os outros candidatos não pontuaram. Os que votam em branco, nulo ou nenhum são 4% e os indecisos, 8%.
               Nos votos válidos (em que são distribuídos proporcionalmente os dos indecisos entre os candidatos e desconsiderados brancos e nulos), Dilma vai a 54%. Ou seja, teria acima de 50% e ganharia a disputa em 3 de outubro.
                Os que viram o horário eleitoral alguma vez desde que começou, na terça-feira, são 34%. Entre os que assistiram a propaganda, Dilma tem 53% e Serra, 29%.
                Nos primeiros programas, Dilma apostou na associação com Lula, que tem 77% de aprovação, segundo o último Datafolha.
                A petista cresceu ou oscilou positivamente em todos os segmentos, exceto entre os de maior renda (acima de dez salários mínimos).
               Dilma tinha 28% de intenção de voto entre os mais ricos e manteve esse percentual. Mas sua distância para Serra caiu porque o tucano recuou de 44% para 41% nesse grupo, que representa apenas 5% do eleitorado.

MULHERES E SUL

               Já entre as mulheres, Dilma lidera pela primeira vez. Na semana anterior, havia empate entre ela e Serra, em 35%. Agora, a petista abriu 12 pontos de frente nesse grupo: 43% contra 31% de Serra.
              Marina tinha 11% e está com 10% entre as mulheres. A verde continua estável desde março no Datafolha. Tem mostrado alguma reação só entre os mais ricos, faixa em que tinha 14% há um mês, foi a 17% e agora atingiu 20%.
              A liderança de Dilma no eleitorado masculino é maior do que entre o feminino: tem 52% contra 30% de Serra. A candidata do PV tem 8%.
              Outro número bom para Dilma é o empate técnico no Sul. Ela chegou a 38% contra 40% de Serra. Há um mês, ele vencia por 45% a 32%.
              Serra não lidera de forma isolada em nenhuma região. No Sudeste, perde de 42% a 33%. No Norte/Centro-Oeste, Dilma tem 50%, e ele, 27%.
             No Nordeste a petista teve uma alta de 11 pontos e foi a 60% contra 22% do tucano.
             Houve também um distanciamento de Dilma na disputa de um eventual segundo turno. Se a eleição fosse hoje, ela teria 53% contra 39% de Serra. Há uma semana, ela tinha 49% e ele, 41%.
           Na pesquisa espontânea, em que eleitores declaram voto sem ver lista de candidatos, Dilma foi de 26% para 31%. Serra foi de 16% a 17%.