sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Sind-UTE/MG informa número de recurso protocolado no Tribunal de Justiça


Sind-UTE/MG informa número de recurso protocolado no Tribunal de Justiça

Ao contrário do que foi divulgado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE/MG) reafirma que protocolou recurso junto ao Tribunal na segunda-feira (19/09) sobre a decisão do Desembargador Roney Oliveira no tocante à multa diária imposta ao Sindicato em função da greve da categoria. Ou seja, o Sindicato solicitou uma modificação da decisão expedida pelo Desembargador.
 A veracidade dos fatos pode ser constatada mediante consulta pelo protocolo do recurso apresentado pelo Sindicato, sob nº 0000616660200115.
 
Além disso, o Sind-UTE/MG reiterou no TJMG, nessa terça-feira (20/09), o recurso apresentado no dia anterior, o que pode ser comprovado por meio do protocolo nº 0000621528200117.
Até o momento, o Desembargador Roney Oliveira ainda não se pronunciou sobre o assunto.
 
Entenda o caso
Desde o início da paralisação, o Sind-UTE/MG ajuizou várias medidas judiciais e administrativas perante o TJMG para que os direitos dos servidores e dos estudantes fossem garantidos. A principal delas, no dia 05.07.2011 (quando a greve só contava com vinte e sete dias), foi uma medida Cautelar nº 0419629-72.2011.8.13.0000 que pleiteava liminar para sustar o corte do ponto dos grevistas, além da convocação urgente do Estado para audiência de conciliação nos moldes do art. 764, § 3º, CLT.
No entanto, em 08.07.2011, o Desembargador Roney Oliveira optou por indeferir esse pedido, sob o argumento de que não haveria urgência. O Sind-UTE/MG apresentou, novamente, em 15.07.2011, pedido de reconsideração, reiterando a urgência e insistindo na apreciação do pedido de audiência de conciliação. Entretanto, o Relator Des. Roney Oliveira, sob o argumento de estarem afastados a urgência e o perigo, indeferiu a reconsideração em 28.07.2011.
Apesar de avaliar que a decisão do Desembargador não respeita a categoria e não traz a paz e a justiça que se esperava. Se desejasse realmente o restabelecimento da confiança mútua e a manutenção do diálogo entre as partes envolvidas, desde 05/07 que o Tribunal de Justiça deveria ter inaugurado audiência de conciliação para se evitar o ponto de tensão observado.
A direção do Sind-UTE/MG aguarda uma decisão do TJ e acredita que a justiça e o bom senso prevalecerão em Minas Gerais. Os trabalhadores em educação estão em greve desde 08 de junho e reivindicam a implantação do Piso Salarial Profissional Nacional, prevista na Lei Federal 11.738/08.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO SIND-UTE/MG SOBRE A ILEGALIDADE DA GREVE 2011


Nota de Esclarecimento
Na tarde dessa sexta-feira, 16 de setembro, o Sind-UTE/MG foi notificado da decisão do Desembargador, Roney Oliveira, na Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais.
O Desembargador concedeu parcialmente a tutela antecipada determinando a suspensão do movimento grevista, coordenado pelo Sind-UTE/MG, com o imediato retorno dos grevistas às suas atividades laborais, sob pena de multa gradativa de R$ 20.000,00 pelo primeiro dia de continuidade do movimento (19/09), de R$ 30.000,00 pelo segundo dia (20/09); R$ 40.000,00 pelo terceiro dia (21/09) e R$ 50.000,00 pelos dias subseqüentes, limitado o montante da pena a R$ 600.000,00.
Diante desta decisão, o Sind-UTE/ MG faz os
seguintes esclarecimentos:
1) A greve não foi julgada ilegal. A decisão do Desembargador é pelo retorno imediato, não havendo pronunciamento sobre a legalidade do movimento.
2) De acordo com o Desembargador, "a extensa duração do movimento grevista traz grave prejuízo aos alunos da rede pública, às voltas com a iminente e possível perda do ano letivo, o que tipifica o movimento como abusivo, na forma do art. 14, da Lei 7.783/89." A decisão do Desembargador teve como fundamento a duração do movimento. No entanto, no dia 05 de julho, o Sind-UTE/MG ajuizou a Medida Cautelar N°. 0419629-72.2011.8.13.0000, cujo relator também é o Desembargador Roney Oliveira.Nesta Medida Cautelar, salientamos a competência e a função judicial do Tribunal de Justiça, equiparado à do Tribunal Regional do Trabalho, para intermediar a solução do movimento de greve. Nesta ação, pedimos que o Tribunal de Justiça convocasse as partes (Sind-UTE/MG e Governo do Estado) para uma audiência de conciliação. Isto quer dizer que há 70 dias o Sindicato recorreu ao Tribunal de Justiça para evitar prolongamento da greve diante do impasse com o Governo do Estado. Mas, diferente da atuação na Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público, não houve decisão ao pedido feito pelo Sind-UTE/MG.
3) O Sind-UTE/MG recorrerá desta decisão, que é provisória, e apresentará nesta segunda-feira, dia 19/09, uma Reclamação junto ao Supremo Tribunal Federal, visto que além de desconsiderar a Lei Federal 11.738/08, desconsidera também a Lei Federal 7.783/89 que regula o direito de greve.
4) A greve, conforme decisão da categoria em assembleia realizada no dia 15 de setembro, continua por tempo indeterminado e não será suspensa em função desta decisão judicial.
5) Lamentamos o papel exercido pelo Ministério Público Estadual que se omitiu em relação à contratação de pessoas sem formação para atuar nas salas de aula, em relação ao não investimento em educação, por parte do Governo do Estado, do mínimo previsto na Constituição Federal. Ele não zelou pelo cumprimento de uma lei federal no Estado de Minas Gerais e se posicionou claramente a favor do Governo do Estado.

domingo, 4 de setembro de 2011

A transformação dos recursos de Minas em riqueza para todos os mineiros


A transformação dos recursos de Minas
em riqueza para todos os mineiros

Minas e as origens da nossa enorme exploração

Se no período em que o Brasil era colônia portuguesa as descobertas do ouro provocaram disputas acirradas entre paulistas e os “forasteiros” no que foi chamada de “A Guerra dos Emboabas” (um conflito pelo controle da exploração desta riqueza mineral e da carne negociada no que veio a ser denominada, posteriormente, Capitania das Minas Gerais), foi somente no período do Império, especialmente após a proclamação da Independência, que iniciamos a construção de uma identidade própria e com base na diversidade.

Com a expulsão, principalmente para o centro-oeste, os paulistas que sobreviveram àquele confronto foram à busca das riquezas minerais em outras paragens, mas deixaram para trás muitos dos traços da forma de acumulação da época: escravidão, seja de índios e índias, seja de negros e negras, e o desprezo pelo povo e pela cultura que se formava.

Hoje, um dos 27 estados federativos do Brasil pós-República, Minas Gerais é o segundo mais populoso, tem quase 20 milhões de habitantes, o quarto maior território, com mais de 586,5 mil Km2 de extensão e o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB), apesar de ser o segundo em arrecadação de ICMS. Com 853 municípios, organizados em 12 regiões, que por sua vez se subdividem em 66 micro-regiões, tem uma enorme malha rodoviária e grandes bacias hidrográficas.

Um estado que continua produzindo uma imensa riqueza mineral, em grande parte semi-elaborada ou apenas como toneladas de minério mesmo, mas que acrescentou à sua estrutura econômica desde produtos siderúrgicos até autopeças, veículos e itens de alta tecnologia, ao lado da continuidade da produção e comercialização agrícola, de alimentos e pecuária de leite e de corte, em grandes e concentradas extensões territoriais, com níveis diversos de agregação de valor.

Desta forma, Minas Gerais, no último período republicano, viu sua população crescer em grandes concentrações urbanas, mas sem um projeto de desenvolvimento econômico e social que alterasse substancialmente suas bases originais. Serviu-se das proximidades de outros estados e de sua infra-estrutura de transporte para realizar algumas expansões produtivas regionais, mas, no todo, não encontrou caminhos alternativos para um crescimento da atividade produtiva industrial e de serviços que imprimisse um alto valor agregado à capacidade produtiva dos mineiros e transformasse o estado em uma locomotiva pujante da economia nacional.

Infelizmente, mesmo estando próximos a uma imensa quantidade de riqueza mineral e de terras agricultáveis, os mineiros continuaram a reboque do desenvolvimento dos paulistas e dos fluminenses, após a chegada da corte portuguesa ao Rio de Janeiro.

Enfim, Minas Gerais é, ainda hoje, a continuidade histórica de uma exploração de origem escravista, que ainda retira e envia os recursos naturais aqui encontrados para fora do estado ou do País, sem que se transforme a maior parte desta riqueza em produtos de maior valor agregado. Ou seja, com a prevalência de uma cultura extrativista, os governantes mineiros não garantiram a construção de uma extensa cadeia produtiva, com uma gama de empregos qualificados e uma efetiva distribuição de renda a esta enorme parcela da população brasileira.

A concentração da propriedade e das riquezas aqui encontradas, acentuada pelo conservadorismo cultural e político das nossas elites e, por consequente, dos nossos dirigentes governamentais, até então, não imprimiram alterações profundas na nossa organização econômica e social e fizeram perpetuar por todo o período republicano as grandes diferenças originadas ainda no período colonial.

Uma mudança de rumo nesta prosa

Um marco do que poderia ser a virada para uma emancipação real para instalar as bases de uma nova base produtiva e, por conseguinte, de um novo processo de integração social, seria a ampliação da educação pública de qualidade em todos os níveis. Com ela o Estado de MG ofereceria novas condições para um crescimento econômico com base em agregação de valor, atraindo novos setores produtivos e permitindo o florescimento de uma base cultural mais transformadora e com capacidade de elaboração e modernização.

Contudo, os atuais governantes mineiros, em continuidade ao conservadorismo e perpetuação do provincianismo dependente das nossas elites, sob a égide da redução do papel do Estado, colocam-se no sentido oposto. Ao invés de promover a valorização e qualificação da educação pública, obrigam os professores das escolas estaduais e o conjunto dos trabalhadores no serviço público mineiro a uma árdua luta pelo reconhecimento de seu papel como agentes necessários para uma estimulação do crescimento econômico e expansão da cidadania em novas bases.

Os trabalhadores no serviço público em MG são cotidianamente agredidos e desvalorizados, quando não apenas transformados em serviçais dos políticos de plantão, sejam eles oriundos dos quadros de uma elite conservadora mineira, sejam “importados” como “forasteiros” que colaboram com o projeto de disputa presidencial do senador Aécio Neves.

Em Minas, em continuidade ao “bom mocismo” e irresponsabilidade do Aecismo, prevalece a política neoliberal do Estado Mínimo de Anastasia e a desvalorização dos professores, do ensino e até da pesquisa pública. Pois até o caráter público das nossas entidades de pesquisa está sendo destruído, como acontece com o Centro Tecnológico de MG (CETEC-MG), que está sendo inteiramente transferido por meio de um convênio escuso para o controle do sistema Senai/Fiemg, inclusive de seu qualificado corpo de funcionários, de seu arquivo de patentes e dos interesses da própria pesquisa a ser desenvolvida.

Se na pesquisa e na educação em Minas, o sistema de ensino privado cresce porque encontra ampla base para o enfraquecimento do sistema público, na saúde não é diferente.

Os trabalhadores públicos da saúde em nosso estado também tentam defender, garantir e ampliar a cobertura e a qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS), mas sofrem um abalo cotidiano com o enfraquecimento da cobertura da saúde pública de MG. Seja com a estimulação por parte do governo estadual e dos governos municipais das parcerias público-privadas, seja com as terceirizações, seja com a construção de estruturas fundacionais privadas com um pretenso caráter público e, por conseguinte, com o enorme crescimento da força econômica dos convênios médicos privados e dos próprios planos privados de “assistência à saúde”. Um problema crônico para a saúde pública, que se estende pelo nível federal e que penetra até mesmo a atividade sindical, seja do setor público, seja do setor produtivo privado, na medida em que todos buscam a cara e nada eficiente “solução dos planos de saúde”.

Nos setores de arrecadação e fiscalização de tributos, de águas e saneamento, elétrico, telecomunicações, de infra-estrutura e de transporte urbano, além de sofrerem uma intervenção cotidiana para uma gestão voltada aos interesses estritamente privados, os trabalhadores do serviço público de MG, em muitos casos, ainda se deparam com o uso de parte dos cargos de direção de empresas associadas às autarquias estaduais para dar guarita aos apadrinhados do Aecismo não eleitos em outros estados.

Ou seja, mesmo com toda dificuldade para prestar um serviço efetivamente público, por estarem carregando diversos setores privados associados, os trabalhadores públicos estaduais lutam para defender seus salários, suas carreiras e o caráter público de suas atividades. Uma luta diária e heroica pela defesa do interesse da maioria em um mar de interesses privados. É como se fossem alguns poucos sobreviventes desnutridos que sofrem o constante assédio dos carniceiros, sejam pelo chão ou sobrevoando o território, aguardando apenas a transferência de obrigações do Estado, de forma direta ou indireta, para a iniciativa privada. E o Estado Mínimo do Anastasia (EMA) contribui sistemática e cotidianamente para a consolidação de espaços para mais esta pilhagem nas Minas Gerais.

E as lutas dos trabalhadores dos setores produtivo e financeiro privados?

Se as lutas do funcionalismo público estadual têm esta centralidade em Minas, por enfrentar diretamente o assédio privado sobre os recursos e o papel públicos do Estado, não podemos prescindir da luta dos trabalhadores dos setores produtivo e financeiro privados. Seja para recuperar a abrangência social mais ampla na prestação de serviços públicos por parte do Estado, seja para promover a efetiva distribuição das riquezas produzidas por estes trabalhadores e tomadas como lucro, em larga escala, pelos empresários, gestores e banqueiros privados.

Lucros que se configuram também a partir do enorme endividamento público do Estado de MG. Uma dívida que totaliza mais de 70 bilhões de reais, sendo de mais de 62 bilhões com a União, de mais de 5 bilhões com a Cemig e de mais de 3 bilhões com instituições internacionais. Um endividamento do Estado que não retorna em financiamento para a ampliação dos serviços públicos para a população – a construção do Centro Administrativo que o diga –, mas que pode remunerar os investimentos feitos por alguns empresários e bancos e retornar para o próprio setor privado como concessão para a exploração de parte ou totalidade das atividades públicas que lhes interessem.

Ou seja, a luta pela retomada de parte destes lucros auferidos por empresários, gestores e banqueiros precisa ser de todos os trabalhadores, sejam eles do setor público, sejam dos setores produtivo ou financeiro privados. Neste sentido, as lutas das categorias privadas precisam encontrar elos e sintonia, seja para recuperar parte destes lucros como ganhos reais de salários e participação em lucros e resultados, seja para incidir sobre as políticas públicas de forma a retomar sua efetividade e eficiência para uma maioria social.

Para fazer frente à envergadura desta luta e ao potencial desta conquista, as categorias profissionais necessitam ampliar o espectro de seus enfrentamentos e absorver a luta pela ampliação dos direitos sociais, além de construir uma forte estrutura de organização sindical por local de trabalho. Para isto é preciso que a CUT-MG retome seu papel de principal organizadora dos movimentos sociais e empreenda um maior esforço para recolocar a luta dos trabalhadores em um contexto mais amplo, de forma a superar o padrão estritamente salarial de boa parte das lutas recentes.
A luta pela terra, pela recuperação de direitos e pela superação das consequências da escravidão de índios, negros e negras.

Como parte inerente da recuperação de direitos está a luta dos trabalhadores rurais e urbanos pela terra e moradia, seja para retomar espaços de moradia usurpados pela concentração de riquezas, seja para permitir a ampliação da produção agrícola de base familiar, enormemente responsável pelo abastecimento alimentar das cidades brasileiras.

Implementar uma unidade efetiva entre a luta dos trabalhadores da cidade e do campo pela reforma agrária e pela ampliação do crédito agrícola para a agricultura familiar é essencial para ampliar a luta social e classista em MG.  

Ainda vinculados a estes direitos estão os trabalhadores atingidos por barragens, os que buscam as regularizações de terras pertencentes a quilombolas e a legalização de reservas indígenas. Em um estado como o de Minas Gerais, em que as elites excluíram e disseminaram a extinção de culturas e povos para facilitar sua exploração ou até sua escravização, sempre sob a perspectiva de defesa de interesse do desenvolvimento, esta é mais que uma questão de justiça social. Trata-se antes de uma recuperação de direitos usurpados ao longo de décadas ou até séculos.

Neste quadro encontram-se também as necessidades de superação das consequências da escravidão negra. É urgente a implementação de políticas afirmativas de Combate ao Racismo seja na sociedade, por meio de cotas em concursos, seja nas próprias entidades sindicais, assegurando a obrigatoriedade de uma presença mínima de afrodescendentes nas direções da CUT e das entidades filiadas, bem como em seus quadros funcionais, em percentuais configurados estatutariamente.

Um ambiente por inteiro

Se a questão do meio-ambiente é tratada de forma oportunista pelos setores empresariais e políticos conservadores, os trabalhadores e trabalhadoras, independentemente da raça, do local em que trabalhem e do setor econômico em que estejam inseridos, não podem cair nesta armadilha. A construção de uma economia ambientalmente saudável é uma questão de garantia de qualidade de vida para as gerações que veem por aí, principalmente para evitar o nível de depredação capitalista da natureza na busca do lucro incessante.

Achei este parágrafo acima confuso.


Para combater de forma completa a pilhagem capitalista os trabalhadores precisam incorporar entre seus valores de classe a questão ambiental. Precisamos empreender por meio de nossas entidades sindicais, inclusive a CUT-MG, mecanismos para uma educação participativa e de defesa da auto-sustentação ambiental de todo e qualquer projeto econômico e social.

Para a CUT-MG o ambiente de trabalho e o meio-ambiente natural têm que compor um conjunto indissociável, que precisa ser visto, pensado e tratado de forma integrada. E os trabalhadores têm que estar na linha de frente também neste enfrentamento com os capitalistas e sua irresponsabilidade social. 
  
A CUT-MG e a crise de sua direção

Diante de todas estas questões, uma condição é líquida e certa: a CUT-MG não pode ficar refém das disputas institucionais, por mais que tenham enorme peso estratégico. Ainda mais em um estado em que o Estado Mínimo do Anastasia opera com tanta desenvoltura, com o objetivo principal de calçar as perspectivas de gestão do possível candidato presidencial Aécio Neves.

A inoperância da maioria da direção da CUT-MG neste campo chegou a permitir adesão de uma das suas dirigentes executivas ao projeto de continuidade das elites conservadoras mineiras nas eleições de 2010, com o para apoio a Aécio Neves e Anastasia.

Uma direção executiva que tem problemas de diversas naturezas e que chegou a demitir a quase totalidade de seus funcionários por uma alegada perda de confiança. Uma decisão sem transparência e sem envolver o conjunto dos dirigentes, a ponto de haver um recurso para ser apreciado pela direção, mas esta não se reúne há muitos meses, nem mesmo para discutir tal questão. Não chega a ser muitos meses, mas sempre em espaços de tempo muito longos. Uma executiva que só no último mês definiu um calendário de reuniões e que só realiza a primeira delas no mesmo dia de início da 12ª. Plenária da CUT-MG. 

Desta forma, a ausência de diretrizes unificadoras das lutas desenvolvidas pelos trabalhadores em Minas Gerais, fez da maioria das campanhas salarias momentos de embates economicistas. As campanhas nacionais coordenadas pela CUT se configuraram mais como arremedos de unidade de classe, servindo apenas como propaganda de uma possibilidade do que uma real acumulação de forças para realizar o enfrentamento necessário com as elites conservadoras.

Prova disto é que os possíveis direitos dos trabalhadores em discussão no Congresso Nacional continuam sem perspectiva de aprovação. Afora algumas questões setoriais como o Piso Nacional dos Professores, não houve, até agora, pressão efetiva dos movimentos sociais para a obtenção das conquistas necessárias para fazer avançar os direitos da classe trabalhadora brasileira.  

Mas, sem dúvida, em Minas Gerais, o longo enfrentamento dos professores públicos é um grande momento da luta de todos os trabalhadores. Apesar das debilidades de direção da CUT-MG, a característica estratégica de defesa da educação pública, ao mesmo tempo em que o movimento busca assegurar o recebimento do Piso Nacional dos Professores permite que unifiquemos a resistência dos movimentos em geral à estratégia de Estado Mínimo de Anastasia.

Mas, contraditoriamente à ausência de uma executiva da CUT-MG que consiga responder como uma direção efetiva e unificadora, este é o momento de maior enfrentamento de classe no período recente da história dos trabalhadores mineiros. Vale ressaltar que a direção do movimento tem sido empreendida pelo Sind-UTE, com o apoio de alguns grandes sindicatos e de diversas entidades do movimento social, desde atingidos por barragens até pós-graduandos, passando por estudantes dos três níveis de escolaridade. Trata-se, portanto, de um momento ímpar para nossa classe que não pode prescindir do papel necessariamente unificador da Central Única dos Trabalhadores de Minas Gerais.

Rumo à unificação das lutas. Fora Anastasia!


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

MAIS UMA VEZ: VEJA MENTE


Imagens da Veja não são do hotel.
Aumenta o detrito na maré baixa


O amigo navegante Luis Claudio envia notícia do Brasil 247:

Imagens divulgadas por Veja não foram feitas por câmeras do Hotel Naoum
“Essa possibilidade já está descartada”, diz gerente-geral Rogério Tonatto


Evam Sena_247 em Brasília – O Hotel Naoum já descarta que as imagens divulgadas por Veja do ex-ministro José Dirceu e políticos nos corredores do estabelecimento tenham sido capturadas pelas câmeras internas e vazadas por algum funcionário. A Polícia Civil do Distrito Federal iniciou perícia para saber se as fotos foram resultado de grampo de imagem feito pela revista ou por terceiros.


“A possibilidade de as imagens terem saído de nossas câmeras está descartada. Está muito evidente que não foram captadas por nós. As imagens divulgadas são bem diferentes do nosso padrão”, disse ao Brasil247, o gerente-geral do Hotel Naoum, Rogério Tonatto.


Ele afirma que o enquadramento das imagens publicadas é diferente das capturadas pelas câmeras internas e que as imagens do hotel são coloridas, ao contrário das divulgadas.


Segundo Tonatto, o circuito interno não conseguiu capturar imagens de instalação de grampo. “Não estamos conseguindo enxergar isso”, disse. Ainda de acordo com ele, a Polícia Civil trabalha na busca de provas de instalação de uma câmera no corredor. O hotel vai esperar a perícia para decidir se aciona a Polícia Federal.


Reportagem da Veja deste fim de semana mostra o ex-ministro José Dirceu, senadores, deputados, o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, e o ministro de Desenvolvimento Econômico, Fernando Pimentel, nos corredores do Hotel Naoum, em momentos diferentes. Dias antes da publicação, José afirmou por meio de seu blog que o repórter Gustavo Ribeiro tentou invadir seu quarto no hotel, depois de ficar dias hospedado em uma suíte ao lado da do petista.


Na reportagem, Veja afirma que Dirceu ainda é ativo nas articulações do PT e o acusa de conspirar contra o governo da presidente Dilma Rousseff. A revista nega que o repórter tenha tentado invadir o quarto do ex-ministro.

 

Fonte:  http://www.conversaafiada.com.br/pig/2011/08/29/imagens-da-veja-nao-sao-do-hotel-aumenta-o-detrito-na-mare-baixa/

domingo, 28 de agosto de 2011

ESTUDE PARA O CONCURSO PÚBLICO

ESTUDE PARA O CONCURSO DA SEE/MG - 2010/2011

OLÁ PESSOAL, RESOLVI COLOCAR ESSES ARQUIVOS EM FORMATO DE ÁUDIO/MP3.
ELES PODEM SER TRANSFERIDOS (DOWNLOAD) PARA SEU COMPUTADOR OU CELULAR.

APROVEITEM E BONS ESTUDOS:

- Lei 18.975/2010 - Fixa a remuneração por subsídio.




* Texto no formato pdf clique aqui.
* Texto em formato de áudio/mp3, clique aqui.


- Lei 15.293/2004 - Plano de Carreira da Educação/MG




* Texto no formato pdf clique aqui.
* Texto em formato de áudio/mp3, clique aqui.

- Estatuto da Criança e do Adolescente






* Texto no formato pdf , clique aqui.
* Texto em formato de áudio/mp3, clique aqui.

- Lei 869/1952 - Estatuto dos Funcionários Públicos Civis de Minas Gerais.






* Texto no formato pdf, clique aqui.
* Texto em formato de áudio/mp3, clique aqui.

terça-feira, 12 de julho de 2011

SEE/MG E SEPLAG PUBLICAM EDITAL DE CONCURSO

BLOG DO PROFESSOR NEIVALDO INFORMA:
CONCURSO PÚBLICO JÁ É VITÓRIA DA GREVE
SEE/MG E SEPLAG PUBLICAM EDITAL DE CONCURSO

          Foi publicado, nesta terça-feira (12), o edital de concurso para preencher vagas em todas as carreiras da educação básica do Estado. Estão disponibilizadas 21.337 vagas, sendo que a maioria delas é para o cargo de Professor de Educação Básica (PEB).
         O edital prevê 13.993 vagas para professor nas áreas de Arte, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Língua Estrangeira Moderna – Espanhol, Língua Estrangeira Moderna – Inglês, Língua Portuguesa, Matemática, Química e Sociologia. Para Uberlândia, são oferecidas 614 vagas de professor, já contabilizadas as ofertas para portadores de necessidades especiais (PNE). A remuneração mínima prevista em edital para o cargo de PEB é de R$ 1.320 para uma jornada de trabalho de 24h semanais, no sistema de remuneração por subsídio.
        
Inscrições
O período de inscrições vai das 10h do dia 20 de setembro às 14h do dia 19 de outubro. As inscrições devem ser feitas no site da Fundação Carlos Chagas (FCC), organizadora do concurso. O valor da inscrição varia de R$ 37,41 a R$ 47,41, de acordo com o cargo pretendido pelo candidato. Para o Professor de Educação Básica, por exemplo, o valor da inscrição é de R$ 47,41. No ato da inscrição, o interessado deve informar o município no qual pretende concorrer à vaga.

Provas
O concurso público será realizado em duas etapas. Na primeira, de caráter eliminatório e classificatório, o candidato fará prova objetiva. Já a segunda etapa, de caráter classificatório, será destinada a análise de títulos. A prova objetiva será composta de 60 questões de múltipla escolha, sendo 20 de conhecimentos gerais e 40 de conhecimentos específicos, e a previsão é de que ela seja aplicada no dia 8 de janeiro de 2012. Os candidatos aprovados na primeira etapa serão convocados, com o mínimo de 20 dias de antecedência, para a entrega da documentação da prova de títulos.

GREVE
        O vereador Professor Neivaldo atribui a publicação do edital do concurso público à pressão da categoria que está em greve há mais de 30 dias, "é a mobilização dos trabalhadores que garante as conquistas e que mantém os direitos", afirmou o vereador.

VEJA O EDITAL, CLIQUE AQUI.

Fonte: Professor Neivaldo, SEE/MG, Sind-UTE/MG, Jornal Correio

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Professor Neivaldo, Sind-UTE e militantes denunciam Anastasia ao Ministério Público

No dia  15/06/2011, o vereador Professor Neivaldo, a Coordenadora do Sind-UTE Uberlândia, Elaine Cristina, militantes da educação foram atendidos pelo promotor de Justiça Luiz Henrique Acquaro Borsari que denunciaram o governo de Minas por não pagar o piso salarial nacional do magistério. Veja o vídeo:

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Essa notícia não saiu na Folha, nem na Veja: Civita recebe 1 bilhão para se tornar laranja da Telefónica na TVA

Civita recebe 1 bilhão para se tornar laranja da Telefónica na TVA

           Esse tipo de notícia não sai na Veja e nem na Folha de São Paulo.
O relatório de Plínio de Aguiar Júnior, conselheiro diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), sobre a anuência prévia para a venda da TVA (Grupo Abril) para a Telefónica (Telecomunicações de São Paulo S.A), demonstra claramente a violação da Lei do Cabo, que estabelece um limite de 49% de ações com direito a voto (ordinárias) para estrangeiros. Para burlar a legislação, a Abril e a Telefónica estabeleceram no Acordo de Acionistas da Comercial Cabo e da TVA Sul que todas as deliberações do Conselho de Administração e da Assembléia Geral dependerão da aprovação de uma “Reunião Prévia”, na qual participam e votam todos os acionistas, inclusive os detentores de ações preferenciais.
A decisão da Anatel, tomada na reunião do dia 18 de julho por 3 votos a 2, foi para se adequar à Lei do Cabo. Mas, por esse artifício, é a Reunião Prévia que tem o poder de mando, mostrando quem terá o controle independente dos percentuais das ações ordinárias, uma vez que todos votam na referida reunião: a Telefónica, com 86,7% do capital total da Comercial Cabo e 91,5% da TVA Sul, o que torna o Civita um simples laranja da empresa oficialmente espanhola, mas que tem por trás fundos de pensão e bancos norte-americanos.
Sinteticamente: a Telefónica (Telesp S.A.), através da Navytree, ficou com 86,7% do capital total da Comercial Cabo (TV a Cabo em São Paulo), com 19,9% das ações com direito a voto (ordinárias), e 91,5% do capital total da TVA Sul (TV a Cabo em Curitiba, Foz do Iguaçu, Florianópolis e Camboriú), com 49% das ações com direito a voto - além de 100% da Lightree, prestadora de serviços de MMDS (microondas).
Formalmente essa distribuição estaria dentro da lei, porém, como observou o conselheiro, “além das participações societárias devem ser observadas, contudo, outros aspectos para a verificação efetiva do controle”. E assim, demonstra Plínio Aguiar, que a existência e a finalidade da Reunião Prévia é inequívoca para a definição das decisões. Diz o item 4.1 do Acordo de Acionistas da Comercial Cabo acertado entre Telefónica e grupo Abril: “Os Acionistas concordam em sempre comparecer às assembléias gerais da Companhia e a exercer os direitos de voto inerente às suas Ações de modo uniforme”.
Ainda no mesmo item, “a Holding Cabo SP se compromete a fazer com que os membros do Conselho de Administração da Companhia por ela indicados sempre compareçam e votem nas reuniões do referido órgão no tocante aos Assuntos Materiais do Conselho (conforme definido na Cláusula 4.3) de acordo com o que for determinado em reuniões realizadas previamente a cada uma das assembléias gerais e/ou reuniões do Conselho de Administração da Companhia (“Reunião Prévia”) em que sejam deliberados os Assuntos Materiais do Conselho ou da Assembléia, conforme o caso”.
Estabelecida a Reunião Prévia como instância responsável pelas decisões, o item 4.3 do Acordo de Acionistas define quem vota: “A aprovação das matérias submetidas à Reunião Prévia e que sejam relacionadas a questões patrimoniais e de investimentos da Companhia, de acordo com o disposto nas Cláusulas 6.4 e 7.4 deste Acordo (“Assuntos Materiais do Conselho” e “Assunto Materiais da Assembléia”, respectivamente e, em conjunto, “Assuntos Materiais”) deverá contar com o voto favorável de cada um dos acionistas da Companhia e de cada um dos Acionistas da Holding Cabo SP”. Com isso, fica patente que a aprovação das matérias depende da anuência da Telefónica. Ou seja, no dizer de Plínio Aguiar, “o art. 7º da Lei nº 8.977, de 6 e janeiro de 1995 (Lei do Serviço de TV a cabo) não estaria sendo observado, uma vez que o seu objeto é assegurar que as decisões em concessionárias de TV a Cabo sejam tomadas exclusivamente por brasileiros, o que não ocorrerá no presente caso”.
Cabe destacar do Acordo que “as decisões tomadas nas Reuniões Prévias servirão como orientação de voto para todos os efeitos legais e vincularão os votos de todos os Acionistas nas assembléias gerais da Companhia, bem como os votos dos membros do Conselho de Administração eleitos nas reuniões respectivas”, inclusive entre as questões patrimoniais de investimentos, como “aprovação e modificação do Plano Anual de Negócios e do Orçamento Anual da Companhia”. Caso não defina uma posição na Reunião Prévia, os acionistas se comprometem a “realizar uma nova Reunião Prévia para dirimir o impasse”. Isto é, mais uma vez fica evidente a subordinação do Conselho de Administração e da Assembléia Geral da Holding Cabo SP às decisões da Reunião Prévia.
O conselheiro sublinha que sob a ótica do Regulamento para Apuração do Controle e de Transferência de Controle Acionário em Empresas Prestadoras de Serviços de Telecomunicações, fica claro quem terá o controle, conceituado como “poder de dirigir, de forma direta ou indireta, interna ou externa, de fato ou de direito, individualmnente ou por acordo, as atividades sociais ou o funcionamento da empresa”. Para Plínio Aguiar, “a Telesp [Telefónica] possuirá 86,7% do capital total da prestadora. A Telesp será, portanto, a grande fonte de recursos financeiros da prestadora, inclusive nas situações de necessidade de aporte de capital”.
Sobre este Regulamento, no item sobre o “uso comum de recursos, sejam eles materiais, tecnológicos ou humanos”, ele frisou que o Acordo de Acionistas estabelece que a operação e o gerenciamento da parte de telecomunicações ficará a cargo da Telefónica: “A Holding Geral é concessionária de serviços de telefonia fixa comutada na área de São Paulo e uma das maiores empresas de telecomunicações do país, contando portanto com alto nível de experiência no gerenciamento e operação de redes de comunicação, bem como de infra-estrutura de comunicação”.
No Regulamento para apuração de controle é citado a “adoção de marca ou estratégia mercadológica ou publicitária comum”. Conforme o conselheiro, “já existe acordo firmado entre a Telesp e a TVA para comercialização conjunta de produtos”. De fato, a estratégia mercadológica comum já vinha ocorrendo muito antes da anuência prévia da Anatel. A esse respeito, em entrevista ao HP, em março, o diretor-executivo da Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA), Alexandre Annenberg, declarou: “Isso já está acontecendo e a gente percebe inclusive pela propaganda comercial que está sendo feita. Você abre os jornais e vê as propagandas conjuntas, sendo oferecido ao consumidor que ele pode ter como provedor de internet o Speedy, da Telefónica, ou o Ajato, da TVA. A Telefónica já está oferecendo pacotes de TV por assinatura, o que mostra que a operação comercial já está em andamento”.
As questões que foram abordadas referem-se ao controle acionário da Comercial Cabo (TV a Cabo em São Paulo). No caso da TVA Sul, formalmente, há uma diferença por estar fora da área de concessão da Telefónica (Telesp). Contudo, segundo Plínio Aguiar, “observa-se que no Acordo de Acionistas da TVA Sul (fls. 277 a 298, do Processo) as cláusulas 4.1 a 4.5, 5.3, 6.4 e 7.4 são semelhantes às cláusulas de mesmo número da Comercial Cabo, já comentadas”.
A transação, anunciada desde outubro do ano passado, rendeu R$ 922 milhões para os cofres do grupo Abril.
Meses antes, em maio, o grupo já havia repassado 30% do seu capital para o conglomerado de mídia nazi-africâner Naspers, por US$ 422 milhões (cerca de R$ 820 milhões, em câmbio atual). (VALDO ALBUQUERQUE - 15/08/2007)

domingo, 12 de junho de 2011

GREVE NA REDE ESTADUAL DE ENSINO: COBERTURA NA MÍDIA

NOTÍCIAS DA GREVE - REDE ESTADUAL EM MINAS GERAIS
 - PROFESSORES E TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO EM GREVE -

Professores da rede pública estão em greve em pelo menos oito Estados: Veja: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/06/10/professores-da-rede-publica-estao-em-greve-em-pelo-menos-oito-estados.jhtm

 
PORTAL: G1 E GLOBO.COM
1) http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/06/professores-e-funcionarios-de-escolas-estaduais-entram-em-greve-em-mg.html

2) http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2011/06/policiais-civis-professores-e-militares-protestam-em-belo-horizonte.html

JORNAL CORREIO DE UBERLÂNDIA

1) http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/professores-e-policiais-fazem-manifestacao-em-bh/

2) http://www.correiodeuberlandia.com.br/cidade-e-regiao/greve-dos-servidores-da-educacao-sera-por-tempo-indeterminado/


JORNAL "O TEMPO"

1) http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=173535,OTE&busca=greve%20professores&pagina=1

ESTADO DE MINAS

1) http://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2011/05/31/interna_gerais,231124/professores-estaduais-anunciam-greve-por-tempo-indeterminado-a-partir-de-8-de-junho.shtml

SIND-UTE/MG
1) http://sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=1794

DIÁRIO DO GRANDE ABC

1) http://www.dgabc.com.br/News/5889639/mg-professores-poderao-entrar-em-greve-no-dia-8.aspx

PORTAL UOL
1) http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/05/31/professores-de-mg-poderao-entrar-em-greve-no-dia-8.jhtm


JORNAL O DIÁRIO
http://www.odiario.com/geral/noticia/426019/professores-de-mg-poderao-entrar-em-greve-no-dia-8/

MINUTO NOTÍCIAS
http://minutonoticias.com.br/professores-da-rede-estadual-deflagram-greve-no-dia-8-de-junho

FOLHA DE MINAS GERAIS:
http://www.folhademinasgerais.com/minas/professores-em-greve/

PORTAL DA CUT
http://www.cut.org.br/destaques/20803/em-minas-gerais-professores-tambem-decretam-greve-em-defesa-do-piso-nacional-en

ESTADAO
http://www.estadao.com.br/noticias/geral,professores-de-mg-poderao-entrar-em-greve-no-dia-8,726317,0.htm